domingo, 15 de junho de 2014

Onde começa o amor?

                                                       Onde começa o amor?
                               
O amor é muito debatido nos dias de hoje, principalmente o amor entre um homem e uma mulher.
 Os meios de comunicação tais como: tevês, cinemas e editoras literárias investem verdadeiras fortunas neste tema devido a grande procura de respostas sobre o assunto. A liberalidade sexual na sociedade e principalmente nas famílias vem confundindo o diagnostico das emoções que envolvem este sentimento, não só entre os mais jovens como também os mais velhos que já absorveram esses dogmas contemporâneos.
 Na busca pelo verdadeiro amor são cometidos atos impensados, loucuras e decisões que na maioria das vezes acabam por destruir famílias e estruturas edificadas com muito trabalho, cumplicidade e perseverança, talvez até mesmo a dedicação excessiva a certas obrigações familiares equivocadas sejam as causadoras dessas decisões errôneas que na maioria das vezes tornam-se irreversíveis para algumas pessoas.
 Pessoas solitárias que vivem isoladas por muito tempo e desesperadas por saírem desta situação cometem erros de diagnósticos sentimentais e tomam decisões que acabam por machuca-las ainda mais, fazendo com que desacreditem no sincero potencial de amar outras pessoas e de serem amadas.
 Alguns especialistas definem a atração sexual em algumas etapas, vamos ver como isso funciona e saber se alguma vez aconteceu com você e qual a conclusão que tirou no final!
 A primeira fase é mental: Você conhece alguma pessoa ou simplesmente a vê em algum lugar uma festa, um consultório médico, no trabalho ou mesmo na rua. Não importa o local, mas sim o efeito que ela produziu em sua mente, você começa a imaginar coisas e fantasiar seus desejos.
 O olhar e decisivo neste processo, pois ele estabelece ligações com a outra pessoa sem a necessidade de usar as palavras, você já ouviu a expressão “Falando com os olhos”. Ele pode estabelecer vínculos e promover excitação e desejo!
 O beijo é algo que transcende o nosso entendimento por seus efeitos emocionais, a maioria das profissionais do sexo em sua prestação de serviço deixam bem claro aos seus clientes que o beijo não será permitido durante o ato sexual, evitando um envolvimento sentimental com o cliente.
 O beijo mesmo que na face quando existe uma atração sexual entre as partes pode gerar emoções e alimentar ainda mais o crescimento do desejo, junto com seu grande aliado o “Olhar” o beijo em leves toques sentindo o perfume e a textura dos lábios tem um efeito quase que orgásmico.
 As palavras de amor, o tom de voz e os diálogos picantes durante o ato sexual podem produzir efeitos incalculáveis explodindo a intensidade do ápice final!
 Os níveis das emoções produzidas durante um ato sexual podem variar de acordo com o (a) parceiro (a), o estado emocional e muitos outros motivos podem aumentar ou diminuir a intensidade da experiência. As emoções produzidas durante o processo são as mais variadas e estimuladas por toques e caricias corporais até chegarem ao “Coito”, momento final do ato!
Chegando ao ponto final de uma experiência sexual maravilhosa, que não vai sair da minha mente. E que me provocou um prazer que não sentia há muito tempo, será que poderei depois de tudo isso posso definitivamente dizer que estou amando? Você tem esta resposta?
 Definitivamente NÃO! O ato sexual é uma parte integrante e indispensável do “Amor”, mas sozinho por mais tenha sido intenso e prazeroso ainda não é “Amor”! Então como saber se esta amando? Se aquele momento celestial e intenso não me sai de sua mente, chegando ao ponto de lhe fazer prisioneiro e não deixa-lo (a) resistir aos seus chamados!
 Uma referencia que gosto de muito de usar para identificar o amor esta nas escrituras sagradas onde o apostolo Paulo nos faz uma ótima definição do que é o amor e nos serve de indicação para associarmos juntamente as emoções descritas acima! Em um trecho da carta de Paulo aos Coríntios existe esta definição sobre o amor:
 O amor é sofredor, é benigno, o amor não é invejoso, o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal, não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor!
 Tudo isto se deve associar ao ato sexual, não devemos tomar somente as emoções sentidas no momento do coito como uma certeza do amor em toda sua plenitude.
 Nada melhor que o tempo para encontrarmos o “Amor” por completo!
Com o tempo você aprende a gostar e também a cuidar de quem gosta de você! Aprende que para fazer outra pessoa feliz você não precisa depender-se totalmente dela e nem ela de você! Aprende que precisa em primeiro lugar se amar e só então será amado sem precisar correr desesperadamente atrás do amor, pois ele virá até você!
 No final não precisará ir atrás de formulas magicas e mirabolantes associadas a táticas de conquista para encontrar quem você precisa par te fazer feliz, pois ela que irá encontra-lo (a)!

Marcos C. Dutra – Escritor e poeta.
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